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Itália emite alerta vermelho devido a onda de calor extremo

O Ministério da Saúde da Itália emitiu, nesta quinta-feira (28), um alerta vermelho o nível máximo de risco para diversas cidades do país, incluindo a capital Roma, além de Florença, Bolonha e Turim. A onda de calor, que se manifesta de forma excepcionalmente precoce para o final de maio, deve levar os termômetros a marcas elevadas: Turim pode atingir 33°C, enquanto Florença e Bolonha enfrentam máximas de 32°C, com sensação térmica de 35°C. Em Roma, a previsão é de 31°C, com sensação de 33°C.
O alerta de nível 3 indica uma situação de emergência meteorológica. Diferente de avisos habituais, este nível adverte que os efeitos adversos do calor extremo podem atingir não apenas grupos vulneráveis, como idosos e crianças, mas também pessoas saudáveis e ativas. O protocolo é ativado quando condições climáticas incomuns persistem por um período igual ou superior a três dias consecutivos, o que tem exigido monitoramento constante das autoridades italianas desde o último dia 25.
Impacto da cúpula de calor na Europa
A situação na Itália é parte de um fenômeno climático que afeta grande parte da Europa Ocidental, incluindo França e Reino Unido. Especialistas apontam que a causa é uma “cúpula de calor”, um sistema de alta pressão atmosférica que retém o ar quente proveniente do norte da África sobre o continente europeu. O evento tem gerado preocupação global por sua intensidade e precocidade, sendo considerado um reflexo das mudanças climáticas globais.
O consenso científico reforça que a atividade humana é o motor por trás do aumento da frequência e da intensidade de eventos climáticos extremos. Além das ondas de calor, a região tem enfrentado desafios crescentes com secas prolongadas e episódios de inundações. O governo italiano mantém um boletim diário atualizado para 27 cidades, com previsões de curto e médio prazo, orientando a população a redobrar os cuidados com a hidratação e a exposição solar durante este período crítico.
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Fonte: News Rondônia

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