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Influenciadora não pode mais amamentar após cirurgia

A influenciadora Mariana Tavares não pode mais amamentar após complicações decorrentes de procedimentos estéticos realizados em uma clínica de São Paulo. O caso ganhou repercussão após novas revelações feitas por seu marido, Gabriel Rodrigues.
Segundo ele, a influenciadora sofreu necrose nos seios, o que comprometeu de forma definitiva a possibilidade de amamentação. A situação representa uma das consequências mais graves enfrentadas por Mariana após anos de intervenções cirúrgicas.
Complicações graves após procedimentos estéticos
De acordo com relatos publicados nas redes sociais, Mariana passou por três cirurgias ao longo de três anos, incluindo procedimentos reparadores. No entanto, segundo ela, as últimas intervenções agravaram ainda mais o quadro clínico.
A influenciadora descreveu uma série de problemas, como deformações no corpo, queimaduras, necrose e impactos psicológicos. Em seu relato, afirmou ter se sentido como uma “cobaia” durante o tratamento.
Impacto na vida pessoal e familiar
Além das sequelas físicas, o caso também afeta diretamente os planos pessoais do casal. Gabriel Rodrigues revelou que eles pretendem ter mais um filho, mas a impossibilidade de amamentação muda significativamente esse planejamento.
Ele também destacou a dificuldade em encontrar profissionais capazes de realizar uma reconstrução adequada da região afetada.
Denúncia envolve acusação de negligência
Mariana Tavares acusa a equipe médica de negligência e afirma que foi desencorajada a buscar reparação judicial. Segundo ela, um dos profissionais teria afirmado que não haveria sucesso em um eventual processo, o que contribuiu para que permanecesse em silêncio por anos.

“Agora eu percebi que não tenho culpa de nada, eu sou vítima”, declarou.

Clínica nega irregularidades
Em nota, a clínica responsável afirmou que prestou toda a assistência necessária no pós-operatório e realizou cirurgias reparadoras sem custos adicionais. Também informou que o profissional envolvido no caso foi desligado da instituição.
O caso reacende o debate sobre segurança em procedimentos estéticos e a responsabilidade de clínicas e profissionais diante de complicações graves.
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Fonte: News Rondônia

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