No fim do ano passado, o Senado rejeitou uma emenda ao projeto de lei antifacção que classificaria facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), como organizações terroristas. No dia da votação, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, não estava no plenário e não defendeu a medida.
Fonte: UOL Noticias