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Festival de judô reúne 120 crianças neurodivergentes em ação de inclusão do Cero

Cerca de 120 crianças participaram do 1º festival de judô voltado para pacientes neurodivergentes em Porto Velho. O evento, promovido pelo Governo de Rondônia através do Centro de Reabilitação de Rondônia (Cero), ocorreu no último sábado, 23 de maio de 2026. A atividade teve como sede o Colégio Militar Tiradentes e reuniu diversas academias locais.
A programação contou com lutas organizadas por faixa etária e a entrega de medalhas para todos os atletas. O projeto de aulas na unidade foi iniciado em maio de 2025 pelo coordenador e Sensei, Isteferson Ferreira. A iniciativa foca no desenvolvimento físico, emocional e social dos pacientes em turnos matutino e vespertino.
O projeto de aulas de judô é desenvolvido no Cero
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a modalidade vai além da atividade física tradicional. O chefe do Executivo estadual classificou a ação como uma ferramenta de saúde pública que gera dignidade e inclusão social. A diretora do Cero, Andreia Zulke, também apontou avanços significativos na coordenação motora, disciplina e interação dos alunos.
Os resultados positivos são validados pelas famílias que acompanham a rotina de reabilitação. Tatiane Medeiros, mãe do paciente Theo, expressou entusiasmo ao presenciar a evolução do filho durante o campeonato. Segundo ela, o interesse da criança pelo esporte transformou o comportamento diário em casa e nas sessões.
O secretário de Estado da Saúde, Edilton Oliveira, destacou que o esporte no tratamento neurodivergente é um avanço estratégico. De acordo com o gestor, práticas coletivas combatem o isolamento e estimulam o sentimento de pertença. O suporte oferecido na instituição conta com uma rede completa de assistência especializada.
A estrutura do Cero dispõe de médicos, neuropsicólogos, assistentes sociais, enfermeiros, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas. O corpo clínico também inclui fonoaudiólogos, psicólogos, psicopedagogos e técnicos de enfermagem. Juntos, esses profissionais acompanham a transição dos pacientes das salas de terapia para o tatame.
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Fonte: News Rondônia

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