O Ministério da Fazenda afrouxou uma regra de empréstimo a estados e municípios e permitiu que o Amapá tomasse um crédito de R$ 536 milhões, com garantia soberana, apenas três meses após dar um calote em dívidas que tinham a própria União como fiadora. Sem a flexibilização, o estado precisaria respeitar uma quarentena de 12 meses.
Fonte: UOL Noticias