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Ex-bancário suspeito de desviar mais de R$ 500 mil de idosos em Rondônia é deportado dos EUA para responder por fraudes

Um ex-bancário investigado por aplicar golpes financeiros contra idosos em Colorado do Oeste foi deportado para o Brasil após ser preso nos Estados Unidos. Segundo a Polícia Federal, o suspeito é acusado de causar prejuízos superiores a R$ 500 mil às vítimas.
O homem havia sido preso em outubro de 2025, após ter o nome incluído na lista de Difusão Vermelha da Interpol.
A chamada “Red Notice” é um alerta internacional utilizado para localizar e prender foragidos procurados pela Justiça em outros países.
De acordo com as investigações, o suspeito teria utilizado o cargo que ocupava em uma instituição financeira para realizar contratos e movimentações bancárias sem autorização das vítimas entre os anos de 2022 e 2023.
Ele é investigado pelos crimes de:

falsidade ideológica
furto mediante fraude
estelionato
lavagem de dinheiro

As identidades do investigado e das vítimas não foram divulgadas oficialmente.

Conforme o Ministério Público de Rondônia, as vítimas possuem características semelhantes: são idosos, moradores da zona rural e com pouca familiaridade com serviços bancários e tecnologia.
Inicialmente, o caso investigava o desvio de mais de meio milhão de reais de um idoso de 82 anos. No decorrer das apurações, outras vítimas foram identificadas.
Segundo o MPRO, pelo menos quatro idosos tiveram valores retirados de suas contas de forma indevida.
Entre os casos investigados estão:

um idoso que teria sofrido prejuízo de cerca de R$ 140 mil
uma vítima com mais de 80 anos
uma idosa alvo de fraude envolvendo baixa indevida de cheque

Após o avanço das investigações, o Ministério Público solicitou a prisão preventiva do suspeito.
Com a inclusão do nome na lista da Interpol, ele foi localizado e preso nos Estados Unidos.
Segundo a Polícia Federal, após chegar ao Brasil, o investigado ficou sob custódia da corporação. Na última quarta-feira (29), o mandado de prisão foi formalmente cumprido e ele foi encaminhado ao sistema prisional da comarca responsável pelo caso em Rondônia.
As investigações continuam para identificar possíveis novas vítimas e aprofundar a apuração das fraudes.


Fonte: Tribuna Popular

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