Quem decide eleição no Brasil não costuma passar o dia debatendo teses abstratas nas redes sociais, tampouco perde o sono calculando o peso geopolítico da soberania nacional ou decorando minutas de CPIs ou lendo inquéritos da PF. O eleitor que define o resultado nas urnas (aquele despolarizado e que decide o voto pela urgência da própria sobrevivência) está cansado, endividado e com medo.
Fonte: UOL Noticias