A onda de protestos de estudantes na França, que expõe uma educação há anos negligenciada no país, e o agravamento da crise fiscal francesa evidenciam como o elevado endividamento e a ausência de reformas estruturais pressionam as contas públicas e reduzem a margem de manobra do Estado, com impactos diretos sobre os serviços públicos, a juventude e os estudantes.
