Empresas que compram créditos corporativos de vale transporte se movimentam na Justiça para pagar tarifas iguais ao que é cobrado em pontos de venda comuns, como casas lotéricas, aplicativos e bilheterias. Segundo consultorias que acompanham a questão, a diferença de preços pode chegar a 27% dependendo do município e do modal utilizado.
Fonte: UOL Noticias