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EM MENOS DE TRÊS MESES, DOIS CASOS EM CACOAL REACENDEM ALERTA SOBRE TEMPO DE RESPOSTA NO SOCORRO

Casos registrados entre dezembro de 2025 e março de 2026 têm em comum relatos sobre o tempo de espera por atendimento, o que tem gerado alerta na população.Na madrugada do dia 16 de março de 2026, um homem sofreu um mal súbito enquanto pilotava uma motocicleta e caiu em via pública. Imagens de câmera de segurança registraram o momento por volta das 2h28.

De acordo com relatos enviados à redação, pessoas que estavam no local tentaram prestar socorro e realizar manobras de reanimação enquanto aguardavam a chegada do atendimento. Ainda segundo essas informações, o tempo de espera teria sido superior a uma hora. A vítima não resistiu.

O caso gerou forte repercussão nas redes sociais e reacendeu a preocupação da população com a agilidade no atendimento em situações de urgência.

Este, no entanto, não é um episódio isolado.

Em dezembro de 2025, a idosa Iracema Medeiros Barrem, de 78 anos, morreu após ser atropelada na região central do município. Na ocasião, testemunhas também relataram demora na chegada do socorro.

Durante o período de espera, populares e até um profissional de saúde que passava pelo local tentaram prestar os primeiros atendimentos. A vítima chegou a ser encaminhada ao hospital, mas não resistiu.

Os dois casos, registrados em um intervalo inferior a três meses, têm em comum os relatos de tempo de espera por atendimento — fator que tem gerado apreensão e cobrança por parte da população.

Especialistas apontam que, em situações de emergência, o tempo de resposta é determinante para aumentar as chances de sobrevivência, o que reforça a importância de estruturas eficientes e equipes disponíveis.

Diante da repetição de episódios com características semelhantes, cresce o debate sobre a capacidade de resposta do sistema de atendimento emergencial no município.

Para moradores, fica o sentimento de preocupação. Já para as autoridades, aumenta a pressão por esclarecimentos e, principalmente, por medidas que garantam mais agilidade no socorro.

A pergunta que permanece é: o que pode ser feito para evitar que novos casos voltem a gerar o mesmo alerta?

Jandir – Jornalista

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