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Donald Trump suspende ataque militar ao Irã após apelo de líderes árabes

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (18) a suspensão temporária de um ataque militar planejado contra o Irã, que estava programado para ocorrer na terça-feira (19). O comunicado foi feito por meio de suas redes sociais oficiais. De acordo com o chefe de Estado norte-americano, a decisão de adiar a investida ocorreu após apelos diretos e articulações diplomáticas de importantes lideranças do mundo árabe.
Trump detalhou que a mudança de postura foi motivada por conversas estratégicas mantidas com o emir do Catar, Tamim bin Hamad Al Thani, o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammad bin Salman, e o presidente dos Emirados Árabes Unidos, Mohamed bin Zayed Al Nahyan. Os líderes do Golfo Pérsico argumentaram que um acordo internacional considerado “muito aceitável” ainda pode ser alcançado por meio das negociações em andamento.
Ordem ao Pentágono e prontidão para ofensiva total
Em seu pronunciamento digital, o presidente explicou que, em sinal de respeito aos governantes árabes, instruiu formalmente o secretário da Defesa, Pete Hegseth, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Daniel Caine, a cancelarem os bombardeios imediatos. Contudo, o recuo temporário veio acompanhado de advertências severas por parte de Washington, mantendo o clima de alta tensão militar na região petrolífera.
O mandatário norte-americano enfatizou que ordenou que as Forças Armadas dos Estados Unidos permaneçam em estado de alerta máximo e totalmente preparadas para iniciar uma ofensiva militar em larga escala contra o território iraniano a qualquer momento. A retaliação bélica imediata será acionada caso a diplomacia de Teerã não apresente concessões significativas que resultem na assinatura de um tratado definitivo de desarmamento.
Rejeição de proposta e exigências do governo iraniano
Horas antes do anúncio oficial do adiamento, o governo norte-americano havia rejeitado uma nova minuta de acordo submetida pelo Irã. A Casa Branca avaliou o documento como insuficiente, apontando que o texto não trazia avanços práticos nas cláusulas de paz. Embora Teerã mantenha os detalhes sob sigilo, fontes diplomáticas indicam que a proposta exigia o fim permanente das hostilidades, a suspensão de sanções econômicas, a reabertura do Estreito de Ormuz e o desbloqueio de fundos financeiros iranianos no exterior.
Intermediários internacionais de segurança apontam que os dois países travam uma disputa complexa que estaria esgotando o tempo hábil para evitar um conflito armado de proporções globais. Paralelamente, relatórios de inteligência da mídia estatal de Israel indicam que as forças israelenses já haviam recebido autorização interna para retomar operações combativas contra alvos iranianos, dependendo apenas do aval estratégico final da Casa Branca para coordenar as ações de campo.
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Fonte: News Rondônia

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