A Prefeitura de Porto Velho, sob a coordenação da Superintendência Municipal de Defesa Civil (SMDC), iniciou uma megaoperação humanitária na região do Baixo Madeira. A força-tarefa tem como objetivo central realizar a entrega de 5.700 quilos de alimentos em cestas básicas, além de insumos de saúde para famílias afetadas por eventos hidrológicos na região.
O planejamento estratégico integrado envolve o trabalho de quatro secretarias municipais, duas pastas estaduais e o Corpo de Bombeiros de Rondônia. As equipes técnicas permanecem mobilizadas em campo até a próxima terça-feira (19) para concluir o cronograma de assistência social e de monitoramento das áreas afetadas.
A missão emergencial atende de forma prioritária os distritos de Calama e Demarcação. Além das sedes distritais, um contingente de 20 servidores atua simultaneamente no atendimento aos moradores das localidades de Patuá, Paracaúba, Independência, Cururu, Gleba do Cuniã, Ressaca, Ilha Nova, Firmeza, Ilha de Assunção, Terra Firme, Papagaios e Mayci.
O superintendente da Defesa Civil Municipal, Dr. Marcos Berti, explicou que o foco principal da mobilização é assegurar a segurança alimentar e o acesso à água potável. O gestor destacou o caráter humanitário da mobilização e pontuou que o órgão atua em parceria contínua com as demais instituições públicas para acelerar os resgates e vistorias.
Além dos mantimentos que compõem as cestas de alimentos, os servidores realizam a distribuição assistida de 11.580 litros de água mineral e 386 caixas de hipoclorito de sódio. Os insumos químicos são utilizados pelas famílias ribeirinhas para a purificação da água consumida no ambiente doméstico.
O prefeito Léo Moraes enalteceu a eficiência operacional da força-tarefa e a integração entre os diferentes poderes para salvaguardar a dignidade da população. O chefe do Executivo relembrou que a região do Baixo Madeira sofre de forma recorrente com os impactos severos causados pelas severas crises climáticas sazonais.
As populações beneficiadas pela ação encontram-se sob o amparo legal do Decreto de Emergência número 21.945. O documento oficial foi assinado pelo prefeito Léo Moraes no dia 24 de abril de 2026. A medida jurídica desburocratizou a aquisição de insumos e agilizou o plano de resposta da administração pública.
Léo Moraes defendeu que o cumprimento rigoroso do cronograma estratégico estabelecido pela prefeitura reduz os danos sociais nas comunidades isoladas. O prefeito concluiu ressaltando que o uso de ferramentas de inteligência logística e parcerias institucionais são determinantes para reverter o cenário de vulnerabilidade.
A Defesa Civil Municipal mantém o monitoramento diário dos níveis dos rios na região amazônica. Novas vistorias técnicas estão agendadas para as próximas semanas para avaliar a necessidade de prorrogação das medidas de socorro e fornecimento de donativos nas calhas dos rios de Porto Velho.
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Fonte: News Rondônia