Colocar um filho ou o cônjuge como cotitular da conta bancária é uma prática comum entre famílias. Além de facilitar pagamentos e a administração do dinheiro em vida, existe outra razão: a crença de que, quando um dos titulares morrer, o outro continuará movimentando normalmente os recursos. Para aquela parte do patrimônio, a sucessão parece resolvida. Mas será que está?
