Parceria entre SIMPI e Pop Bank abre portas para empreendedores com crédito facilitado
Empreendedores de Rondônia, especialmente os inscritos no CadÚnico, passam a contar com uma nova oportunidade para investir no próprio negócio ou dar os primeiros passos no empreendedorismo. A iniciativa é resultado da parceria entre o SIMPI e o Pop Bank, por meio de convênio com o Banco da Amazônia, que viabiliza o acesso ao Programa Basa Acredita. A proposta é oferecer crédito orientado de até R$ 21 mil para trabalhadores que atuam por conta própria e desejam ampliar a renda, estruturar melhor suas atividades ou iniciar um pequeno negócio. O público beneficiado inclui profissionais como autônomos, feirantes, cabeleireiros, ambulantes, artesãos, mecânicos e costureiras, entre outros.
A linha de crédito disponibiliza taxa de 2,74% ao mês, com prazo flexível e possibilidade de parcelamento em até 12 meses. Além do recurso financeiro, a iniciativa também oferece orientação ao empreendedor, incentivando o uso consciente do crédito e contribuindo para o crescimento sustentável dos negócios. Segundo o SIMPI, a parceria tem como objetivo apoiar quem precisa de oportunidade e direcionamento para transformar trabalho em renda, fortalecendo pequenos empreendimentos e impulsionando a economia local. Os interessados em participar ou obter mais informações podem entrar em contato pelo WhatsApp: (69) 99933-0396 ou (69) 98406-9045.
SIMPI — apoiando quem quer crescer e empreender com oportunidade e orientação.
Assista: https://youtu.be/Zq1tDfrW2mA
Imposto de Renda 2026 exige atenção redobrada e revisão cuidadosa das informações
Em abril de 2026, tem início mais uma importante jornada para milhões de brasileiros: a entrega da declaração do Imposto de Renda. O processo, que já faz parte da rotina anual dos contribuintes, segue exigindo atenção redobrada, especialmente diante do volume expressivo de declarações esperadas e das particularidades envolvidas em cada caso. De acordo com o auditor e perito contador Vitor Stankevicius, a expectativa para este ano ultrapassa 44 milhões de declarações, sendo que mais de 10 milhões já foram enviadas nos primeiros dias do prazo. Esse ritmo inicial reforça a importância de organização e planejamento por parte dos contribuintes, que precisam entender claramente em qual situação se enquadram. O primeiro passo, segundo Vitor Stankevicius, é verificar se há obrigatoriedade de entrega da declaração. Muitos contribuintes acreditam não estar obrigados, mas deixam de conferir todos os critérios exigidos pela Receita Federal, o que pode gerar problemas futuros. Já aqueles que realizaram a entrega devem estar atentos à escolha entre o modelo completo ou simplificado, decisão que impacta diretamente no resultado final da declaração. Outro ponto relevante diz respeito à restituição ou ao imposto devido. Quem tem valores a restituir poderá receber os pagamentos entre os meses de maio e agosto, conforme o calendário estabelecido, sendo que os primeiros a entregar tendem a receber mais rapidamente. Por outro lado, contribuintes com imposto a pagar podem parcelar o valor em até oito cotas, com vencimentos que se estendem de maio a dezembro. Além disso, é fundamental acompanhar o pagamento das parcelas, especialmente nos casos em que foi optado pelo débito automático. O controle mensal evita inconsistências e possíveis pendências junto à Receita Federal. A declaração pré-preenchida, cada vez mais utilizada, também exige cautela. Embora facilite o processo, ela não elimina a responsabilidade do contribuinte de revisar todas as informações. Conforme alerta Vitor Stankevicius, erros podem ocorrer, como a inclusão de despesas médicas indevidas, o que pode levar à necessidade de retificação ou até mesmo à retenção na malha fina. Diante desse cenário, a recomendação é clara: revisar detalhadamente todas as informações antes do envio e, caso necessário, corrigir eventuais inconsistências o quanto antes. Informações sobre rendimentos, despesas dedutíveis, venda de bens, pensão alimentícia e dependentes devem ser analisadas com rigor para evitar problemas futuros. Assim, mais do que uma obrigação fiscal, a declaração do Imposto de Renda exige atenção, responsabilidade e organização. A adoção de boas práticas pode evitar transtornos e garantir que o contribuinte cumpra suas obrigações de forma segura e eficiente.
Assista: https://youtu.be/g5TQva9Qxvg
Cenário instável pressiona custos e altera preços
Em um cenário econômico global ainda marcado por incertezas, o mês de abril de 2026 se apresenta como um período de atenção redobrada para o empresariado brasileiro. Em meio a tensões geopolíticas persistentes e impactos já perceptíveis nos mercados, compreender o ambiente macroeconômico tornou-se essencial para a tomada de decisões estratégicas. O professor do Insper, Ricardo Rocha, destaca que, embora haja sinais de desaceleração momentânea em conflitos internacionais, os efeitos econômicos decorrentes dessas tensões já estão consolidados, especialmente na cadeia do petróleo e seus derivados. Mesmo diante da possibilidade de recuo nos preços da commodity, a tendência é de que não haja um retorno imediato aos níveis anteriores, o que prolonga os impactos sobre diversos setores. Segundo Ricardo Rocha, esse movimento já se reflete diretamente no aumento de custos em áreas como fertilizantes, diesel, combustível de aviação e toda a cadeia petroquímica. Trata-se de um efeito em cascata que atinge não apenas grandes indústrias, mas também o cotidiano das empresas, uma vez que inúmeros insumos e matérias-primas dependem, direta ou indiretamente, do petróleo. Diante desse contexto, a recomendação é clara: os empresários devem voltar sua atenção para dentro de suas operações, revisando margens, reavaliando custos e ajustando estratégias. A análise criteriosa das estruturas de preço e dos markups torna-se indispensável para preservar a sustentabilidade dos negócios em um ambiente de pressão crescente. Outro ponto de atenção relevante é a taxa de juros, que permanece em patamar elevado. Há incertezas quanto à continuidade de cortes por parte do Banco Central, especialmente em função do cenário externo e das dinâmicas internas da política econômica. Existe um aparente descompasso entre a possibilidade técnica de redução dos juros e o aumento dos gastos públicos, o que adiciona complexidade ao quadro macroeconômico. Além disso, questões relacionadas à produtividade e à jornada de trabalho também entram no radar das empresas. Qualquer alteração nesses fatores pode impactar diretamente os custos e, consequentemente, os preços finais. Nesse sentido, o planejamento financeiro e a elaboração de simulações tornam-se ferramentas essenciais para antecipar cenários e mitigar riscos. No que diz respeito ao câmbio, a expectativa é de relativa estabilidade, ainda que em um patamar já considerado desvalorizado. Entretanto, a combinação entre inflação, juros elevados e incertezas políticas tende a influenciar o consumo, afetando de maneira distinta empresas que atuam nos modelos B2C e B2B. Dessa forma, o momento exige cautela, análise constante e capacidade de adaptação. O ambiente econômico permanece desafiador, e a leitura atenta dos sinais do mercado será determinante para que empresas consigam atravessar esse período com maior segurança e resiliência.
Assista: https://youtu.be/hC41XmOVDIg
Motta cria comissão para analisar projeto que amplia limite de faturamento do MEI e apressa o processo
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou uma comissão especial para analisar o projeto que aumenta o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI). O Projeto de Lei Complementar 108/21, do Senado, eleva para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI. A proposta ainda autoriza o MEI a contratar até dois empregados. Motta indicou o deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC) para relatar a proposta e a deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) para presidir o colegiado. De acordo com o presidente, todos os setores serão ouvidos, e haverá um amplo debate sobre o tema. “Sabemos que é uma medida que tem um forte impacto fiscal, mas gera emprego, renda e arrecadação. Se é urgente para o povo, é urgente para a Câmara”, afirmou Motta, por meio de suas redes sociais ao formalizar a criação de uma Comissão Especial para analisar a proposta. O senador Jayme Campos (União-MT), autor do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021 informa que “ ato, assinado pelo presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) representa a redução de etapas, já que a matéria, antes de ir a plenário, passaria pela análise de quadro comissões temáticas”. Apresentado em julho de 2021 e aprovado pelo Plenário do Senado em agosto do mesmo ano, o projeto altera o Estatuto da Micro e Pequena Empresa para elevar de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida ao microempreendedor individual (MEI). O texto também amplia de um para até dois o número de empregados que poderão ser contratados nessa modalidade.
Fonte: Tribuna Popular