A defesa do cabeleireiro Eduardo Ferrari afirma que a cliente que o esfaqueou em um salão na Barra Funda, em São Paulo, já havia enviado mensagens de cunho homofóbico e dito que tinha vontade de “atear fogo” nele antes do ataque.
Fonte: UOL Noticias
A defesa do cabeleireiro Eduardo Ferrari afirma que a cliente que o esfaqueou em um salão na Barra Funda, em São Paulo, já havia enviado mensagens de cunho homofóbico e dito que tinha vontade de “atear fogo” nele antes do ataque.
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