Fábio Baena Martin estava preso desde dezembro de 2024 por suspeita de extorsão e corrupção; ministro apontou ausência de provas autônomas além da delação e encerramento da instrução processual.
Sete dos voos teriam ocorrido em aeronaves da Prime Aviation, empresa da qual o banqueiro era sócio; oitavo voo foi em avião de cunhado de Vorcaro, investigado e em negociação de delação.