A PF (Polícia Federal) atribui a Augusto Lima, ex-sócio do Master, a elaboração de carteiras fraudulentas repassadas pelo Master ao BRB, banco do governo do Distrito Federal. Segundo a PF, o BRB comprou R$ 12,2 bilhões em CCBs (Cédulas de Crédito Bancário) consideradas falsas.
Fonte: UOL Noticias