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Ao lado de Flávio Bolsonaro, senador Bagattoli fala em resgate de Rondônia e do Brasil em 2026

Com a presença de Flávio Bolsonaro em Ji-Paraná, o PL oficializou, no último sábado (14), a pré-candidatura do senador Marcos Rogério ao Governo de Rondônia.

O grande evento reuniu milhares de pessoas e também lideranças da direita rondoniense, como o senador Jaime Bagattoli (PL) que em seu discurso reforçou a urgência de mudança no estado e no país.
“Precisamos eleger candidatos que vão honrar a bandeira de Rondônia e a bandeira do Brasil. E tenho orgulho de ter sido um dos primeiros do PL a defender o nome do Flávio à presidência. Já você, Rogério, saiba que terá uma missão árdua de organizar esse estado que, apesar do último governo, segue sendo um estado pujante. Precisamos de alguém que olhe para quem trabalha e produz em Rondônia”, declarou Bagattoli.
Já Marcos Rogério defendeu a necessidade de um amplo diálogo com os prefeitos, caso chegue ao governo. “Se a pauta é Rondônia, o governo vai estar junto com os 52 municípios do estado. Esse é o início de uma caminhada com o desejo de mudança”, declarou o pré-candidato.
SEGURANÇA E JUSTIÇA
No momento mais aguardado do dia, Flávio Bolsonaro dedicou sua fala a dois temas centrais para Rondônia e o Brasil. No primeiro, o pré-candidato afirmou uma postura e propostas mais firmes contra quem agride e mata mulheres no país.
“Eu, enquanto pai de menina, defendo punição pesada para quem bate em mulher. A gente defende deixar mofar na cadeia quem mata mulher”, defendeu.
Em outro ponto, Flávio deu um sinal de como promete tratar as organizações criminosas e o tema da segurança pública.
“A gente votou agora no Congresso uma mudança na lei, onde chefe de facção criminosa pode pegar até 60 anos de cadeia. Nós vamos libertar vocês que moram em comunidade dominada por organização criminosa. Preparem-se que os criminosos não terão mais espaço”, concluiu o senador.
No evento, o PL também anunciou as pré-candidaturas da sigla ao Senado por Rondônia: o deputado federal Fernando Máximo e o pecuarista Bruno Scheid. (Assesssoria)


Fonte: Tribuna Popular

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