O que dever ser inviolável às vezes surge como cenário antagônico que usurpa e viola de forma corriqueira uma situação vigente. O social se torna irrelevante, e de forma injusta e irresponsável, cai no espaço segregador do ódio e da invisibilidade humana em degredo insuportável da vida.
Nessa vergonhosa lutulência social excludente, as nossas coletividades camponesas são visivelmente tratadas sob o labéu opressor da desonra pública de uma lamúria larápia insuportável. A coletividade camponesa amazônica é visivelmente macabreada pela maledicência condenada ao malogro da vida em agonia.
Nessa mendacidade e mendicância, os modos de vida dos camponeses amazônicos, continuam sendo tratados através de uma miserabilidade que odiosamente, oblitera o bem viver. Entre a opulência e o opróbrio, uns são condenados ao cadafalso, enquanto outros, são condecorados com suas honrarias duvidosas que aceleram perniciosamente os degraus da opressão e da injustiça social do status quo vigente em derrocada.
Na pertinácia da terra prometida, a insolência odiosa da sociedade reacionária envolvente, continua exacerbando e execrando os valores axiológicos e ontológicos de um habitat visivelmente condenado ao malogro de uma embarcação sem remo e sem rumo, nas águas mortas de um leito que fora metamorfoseado em torrão.
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Fonte: News Rondônia