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Política

AGU pede ao STF reconhecimento da legalidade de decreto que autoriza reajuste de quinze por cento nos benefícios do Bolsa Família

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A Advocacia-Geral da União pediu ao STF o reconhecimento da legalidade do decreto que permite o reajuste para os benefícios do programa Bolsa Família. O aumento de quinze por cento foi anunciado pelo governo federal, com aplicação prevista a partir de primeiro de outubro. Com a medida, o valor mínimo pago pelo programa passará a ser de seiscentos e noventa e um reais, enquanto o valor médio chegará a setecentos e setenta e sete reais. De acordo com o governo, a atualização dos valores está prevista na legislação da política pública e busca preservar o poder de compra das famílias beneficiárias em todo o país.

Na petição encaminhada à Suprema Corte, a AGU sustenta que o reajuste está em plena conformidade com a legislação eleitoral vigente e não representa a concessão de um benefício novo. Para o órgão, a Lei número 14.601 de 2023 autoriza expressamente a atualização dos pagamentos por meio de correção monetária. O argumento central destaca que a medida se trata de uma providência inserida na execução ordinária e continuada de uma política pública preexistente, cumprindo o marco normativo reconhecido pelo tribunal para concretizar a ordem injuncional.

Análise e tramitação do caso na Corte Suprema

O documento enviado pela AGU reforça que o decreto representa um ato estrito de manutenção e atualização de um programa social permanente, afastando a hipótese de criação de vantagem inédita ou excepcional em período eleitoral. O caso será analisado e decidido pelo ministro Gilmar Mendes, relator responsável pela matéria no STF, que avaliará os fundamentos apresentados pelo governo federal sobre a legalidade da medida.

Perguntas Frequentes (FAQ) Qual foi o percentual de reajuste anunciado para os benefícios do Bolsa Família?

O governo federal anunciou um reajuste de quinze por cento nos pagamentos do programa social, com início a partir de primeiro de outubro.

Quais serão os novos valores mínimo e médio pagos aos beneficiários?

Com a atualização, o valor mínimo do benefício ficará em seiscentos e noventa e um reais, e o valor médio atingirá setecentos e setenta e sete reais.

Qual ministro do Supremo Tribunal Federal será responsável por decidir o caso?

O processo será relatado e decidido pelo ministro Gilmar Mendes.

Com informações de Agência Brasil Veja mais notícias


Fonte: News Rondônia