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Acusado de pregar jejum que provocou 191 mortes, pastor é condenado a 200 anos de prisão no Quênia

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Paul Mackenzie, líder de uma seita evangélica apocalíptica, considerado culpado pelo assassinato de 190 crianças e um adulto após incentivar seus seguidores a morrer de fome para “encontrar Jesus”, foi condenado nesta sexta-feira (6) a 200 anos de prisão. O autoproclamado pastor da Igreja Good News International corria o risco de ser condenado à pena de morte.