Viver de mentiras, de factoides, de programas sociais que colocam grande parte da população sob o tacão populista de um governo parecia apenas coisa de ficção. Mas no Brasil do PT isso, infelizmente, se torna realidade em centenas de cidades brasileiras, principalmente no Nordeste e no Norte. Quando 93% da população de toda uma cidade de seis mil habitantes depende do Bolsa Família para sobreviver, o que se pode deduzir de algo tão dantesco?
Dos 7.730 habitantes da cidade de Itaubal do Piririm, no Amapá, nada menos do que 5.640 dependem do Bolsa Família. Apenas 29 moradores trabalham com carteira assinada. A pobreza é intensa, mas mantida com recursos federais, ou seja, com o suor dos brasileiros de outras regiões que trabalham duro e pagam alguns dos impostos mais caros do mundo para sustentar esse tipo de comunidade, incentivada pelos programas sociais a continuar sobrevivendo apenas sob a “bondade” do Estado.
O restante do quadro é bem conhecido. O prefeito Jaisom da Costa Picanço ganha uma média de 14 mil reais. Há mais de 600 cargos na Prefeitura da cidade. O orçamento do município depende praticamente todo de verbas federais e estaduais. A cidade arrecada apenas 800 mil reais em IPTU e outros tributos municipais por ano.
Como nos governos socialistas, a casta dirigente discursa contra a pobreza, mas tira cada vez mais o que pode dos mais pobres. E vive, essa casta, cheia da grana, sem problema de dinheiro, comendo do bom e do melhor. Já os outros, no caso da pequena cidade amapaense, são mais de 5.600 pessoas, que se danem e fiquem rezando para que o Bolsa Família não falhe, senão não terão o que comer.
Imagine-se como se sentem os 29 que trabalham com carteira assinada. Devem se sentir uns idiotas, porque dão duro, trabalham, em alguns casos de sol a sol, para, no final do mês, ganharem alguns poucos salários. Se decidissem não trabalhar, receberiam um bom dinheiro e sobreviveriam.
É esse tipo de discurso que domina o Brasil. Itaubal do Piririm é apenas o pior exemplo. Mas, para gáudio de um governo que pretende dominar a população com seus programas sociais eleitoreiros, em metade dos municípios brasileiros a única renda de milhares de famílias é o Bolsa Família.
Pobre de nós! Pobre do Brasil!
Até o sábado de aleluia ficará a dúvida se algum milagre mudará os planos do governador Marcos Rocha
A semana é decisiva. Faltam, a partir da segunda-feira, exatos seis dias para dois eventos importantes: o fechamento da janela para troca de partido de deputados federais e estaduais e, ainda, o último dia para que ocupantes de cargos executivos, prefeitos e governadores, renunciem para ficarem aptos a disputar o pleito de 4 de outubro.
Em Rondônia, quanto mais perto se chega da data fatídica, o sábado de aleluia, quando se amanhecerá o domingo sabendo se o governador Marcos Rocha permanecerá no cargo até o final de seu segundo mandato. Indícios de que ele poderia mudar sua decisão e o milagre acontecer, como o próprio governador antecipou há semanas, têm levado analistas, amigos, eleitores e apoiadores a imaginarem que, na última hora, ele poderia decidir concorrer ao Senado.
O fortalecimento do seu novo partido, o PSD, formando bancadas fortes para a Câmara Federal e para a Assembleia Legislativa, sua esposa, primeira-dama e secretária de ação social, ter assinado ficha com a sigla na última semana, além do irmão do governador, diretor-geral do Detran, ter ingressado no Avante, foram fatores que alimentaram essa possibilidade.
Há muito tempo Marcos Rocha tem repetido que não vai deixar o Governo, que seria conduzido por seu vice, Sérgio Gonçalves, caso ele renunciasse. A única brecha deixada pelo governador é a hipótese de um “milagre”.
Ao menos por enquanto, não há qualquer indício de mudança de planos de Marcos Rocha. Mas a dúvida prosseguirá até a meia-noite do próximo sábado, que, por coincidência, é de aleluia.
Na reta final, federações e partidos correm atrás de nomes para a disputa eleitoral de outubro
Federações e partidos aproveitam os últimos dias para o troca-troca de partidos em busca de cooptar mais possíveis candidatos para suas nominatas. O União Brasil, por exemplo, que fez grande reunião nesta semana em Porto Velho, ainda está com dificuldades de compor uma boa relação de nomes para a disputa da Câmara Federal, inclusive por ter perdido para o Podemos, dias atrás, a deputada federal Cristiane Lopes. Hildon Chaves é o candidato ao governo.
A federação com o Progressistas tem incluído nomes principalmente do interior. Na capital, o principal quadro é o do atual deputado federal Maurício Carvalho, presidente da federação e que concorrerá ao Senado. No final de semana, em Vilhena, com a presença da deputada Sílvia Cristina, candidata ao Senado, e da senadora Tereza Cristina, convidada especial, foram registradas várias adesões.
No PSD, a busca pela construção de boas nominatas passa não só pelo governador Marcos Rocha, presidente do partido, mas também por aliados, como o Avante e o PRD. Um dos nomes fortes para a Câmara Federal é o do ex-senador Expedito Júnior. O ex-secretário da Sefin disputará o Senado e o candidato ao governo do grupo é Adailton Fúria, prefeito de Cacoal.
MDB e PDT estão fortalecendo a parceria. Na última sexta, os presidentes dos dois partidos, Confúcio Moura, pelo MDB, e Acir Gurgacz, do PDT, começaram a definir a nominata para a Assembleia Legislativa. Para a Câmara Federal, estão oficializados os nomes do ex-vereador da capital Ted Wilson e do advogado Célio Lopes, que disputou a Prefeitura pelo partido. O vice-reitor da Faculdade Católica, Pedro Abib Hecktheuer, só confirmará ou não seu nome depois do dia 4 de abril.
No PT, Expedito Netto ainda batalha para formar nominatas à Câmara Federal e à Assembleia. Para a Câmara Federal, um dos principais nomes é o do empresário e ex-secretário municipal Edson Silveira. Para a ALE, Cláudia de Jesus buscará a reeleição.
Fera fica no Podemos, PT oficializa Expedito Netto e Republicanos apresenta Luiz Maiorquin
O mundo ágil da política trouxe mais informações neste final de semana. A primeira delas: o deputado federal Rafael Fera, de Ariquemes, saiu do Podemos, entrou no União Brasil, saiu do União Brasil e voltou ao Podemos com diferença de algumas horas.
Na quinta-feira, ele conversou com o comando da federação UB/Progressistas e chegou a assinar ficha na nova sigla. Um dia depois, reuniu-se com o prefeito Léo Moraes, de Porto Velho, presidente regional do Podemos, e com a presidente nacional, a deputada federal Renata Abreu. Foi convencido por ambos a permanecer onde estava.
Novidade também no Republicanos. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o presidente regional do partido, o empresário Aparício Carvalho, ao lado de sua filha, a ex-deputada federal e candidata ao Senado Mariana Carvalho, comemoraram a adesão do médico Luiz Maiorquin à sigla. Ainda não há confirmação se ele será candidato.
Por fim, em encontro estadual no Cone Sul, o Partido dos Trabalhadores oficializou o nome do jovem político Expedito Netto como candidato ao Governo de Rondônia, com ampla aprovação interna.
Defender a privatização da BR 364 e os pedágios: Confúcio Moura cria mais polêmica nas redes sociais
O senador Confúcio Moura tem utilizado intensamente as redes sociais. Além de divulgar investimentos por meio de emendas, também tem gerado polêmica ao defender a privatização da BR-364 e a implantação de pedágios.
A posição dividiu opiniões e gerou uma enxurrada de críticas. Mesmo assim, o senador mantém seu posicionamento, defendendo o que considera correto, mesmo diante da reação popular.
Agrotec e a volta da Expovel: dois grandes eventos preparados para agitar a economia de Porto Velho e região
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Já a Expovel, tradicional evento do agronegócio, retorna com novo formato no Parque dos Tanques, com expectativa de shows nacionais e rodeios.
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Apesar de controvérsias políticas, os dados evidenciam a gravidade do caso.
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Fonte: News Rondônia