Na beligerante bancarrota do dia três de janeiro, numa escalada sinistra da madrugada, o povo venezuelano acorda atarantado, com o céu cuspindo trovões, enquanto a terra mansa adormecida, acordara gemendo de dor.
No céu, os pássaros de aço inoxidável com ligas de magnésio e titânio, rasgaram as nuvens num espaço inseguro e sem defesa. Sem benevolência ou comiseração, os pássaros identificados como F18, F22 e F3, construíram à céu aberto, um verdadeiro corredor da morte.
Sem pouso e sem ninho, eles vomitavam relâmpagos bélicos sobre os seguintes pontos estratégicos de defesa e segurança nacional: Forte Tiúna, Base Aérea de La Carlota, Comando Geral da Milícia Bolivariana- chavista e no Puerto de La Guaira.
Em seguida, um rápido rapto do Chefe de Estado, fora meticulosamente arquitetado da Base Naval de Guatánamo até a cidade de Nova York. A soberania fora tenebrosamente ferida, e várias vidas foram cruelmente ceifadas, frente a repentinos bombardeios que assombraram o mundo.
Entraram na casa do vizinho sem precisar pular o muro, pois deixaram de propósito a porta aberta. Apoderaram-se de todos os móveis da casa, agora, sob nova administração. Enquanto isso, os demais vizinhos estão tremendo de medo dessa malévola teoria que está aterrorizando o planeta.
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Fonte: News Rondônia