Se o primeiro turno da eleição presidencial foi marcado por disputas de poder no STF (Supremo Tribunal Federal), esta segunda e decisiva etapa do pleito já tem o carimbo de outro órgão, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). E, mais uma vez, o protagonismo se dá pelo vaivém de decisões de ministros e pelos prazos distintos de resposta que colocam a isonomia da corte em xeque.
