A Polícia Federal apreendeu R$ 982.696,78 em bens e valores durante ações de combate a crimes eleitorais no primeiro turno das Eleições Gerais de 2026. Do total, R$ 457.276,50 estavam em espécie, segundo balanço da corporação atualizado até as 18h10 deste domingo (4).
No mesmo período, a PF instaurou 22 inquéritos policiais e lavrou 72 termos circunstanciados de ocorrência para apurar possíveis crimes eleitorais. Ao todo, 181 pessoas foram conduzidas durante as ações.
As ocorrências foram registradas em 24 estados e no Distrito Federal. Entre as unidades da Federação citadas pela PF está Rondônia.
Crimes eleitorais investigados
Segundo a Polícia Federal, entre os principais crimes apurados estão propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, especialmente casos relacionados à compra de votos. A instauração de inquéritos e a condução de pessoas fazem parte da apuração das ocorrências e não significam, por si só, condenação ou comprovação de responsabilidade criminal.
A corporação informou ainda que os valores de bens e dinheiro em espécie apresentados no balanço são preliminares e ainda passarão por validação.
A PF atua na prevenção e repressão de crimes eleitorais e na apuração de fatos de competência da Justiça Eleitoral durante as eleições. O balanço oficial da Polícia Federal apresenta os dados atualizados da operação.
Números podem mudar
Os dados divulgados pela Polícia Federal são parciais e podem sofrer alterações com o registro de novas ocorrências, o avanço das investigações e a atualização dos sistemas da instituição.
Em outro balanço, atualizado às 20h30 do domingo, a PF informou que o número havia subido para 35 inquéritos policiais, 97 termos circunstanciados e R$ 1,82 milhão em bens e valores apreendidos. Isso demonstra que os números apresentados ao longo do dia eram dinâmicos.
Para entender as regras e os mecanismos de fiscalização, o Tribunal Superior Eleitoral explica como eleitores podem denunciar possíveis irregularidades nas eleições, inclusive por meio do aplicativo Pardal.
Com Informações de Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil.
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