A investigação sobre a morte da universitária Isabelle Caracristi, 22, aponta que a jovem vivia sob uma rotina de vigilância e controle exercida por seu namorado, o bacharel em direito João Munhoz Neto. Ele foi preso ontem e é investigado pelos crimes de induzimento, instigação ou auxílio a suicídio e violência psicológica.
Fonte: UOL Noticias
