Se alguém dissesse, há poucos anos, que em pleno século 21 teríamos de gastar tempo, energia e tutano para explicar por que mulheres devem ter o direito básico de votar, muita gente daria risada e diria que se trata de coisa de quem vive em Nárnia. A questão é que vivemos um delírio coletivo, e as eleições deveriam ser usadas como uma grande sessão de terapia.
Fonte: UOL Noticias