Se Liga Rondônia
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Coluna ESPAÇO ABERTO – Oito cadeiras, 131 candidatos e uma eleição ainda sem dono

Confira as notícias do dia, por Cícero Moura.

“BRIGA”
A eleição para a Câmara Federal em Rondônia começa a ganhar contornos mais definidos, mas ainda está longe de permitir apostas seguras.
Foto: Reprodução / Inteligência Artificial
“BRIGA2”
São oito cadeiras em disputa e 131 candidatos, um universo suficientemente grande para transformar a corrida em uma das disputas mais imprevisíveis das eleições de 2026.
DÚVIDAS
Se na corrida pelo Governo do Estado algumas candidaturas já começam a se destacar, na disputa proporcional o cenário é outro.
CHANCES
Há muitos nomes competitivos, partidos com chapas fortes e uma parcela enorme do eleitorado ainda sem decisão.
INDEFINIDO
As pesquisas disponíveis ajudam a identificar tendências, mas também mostram o tamanho da incerteza.
LEVANTAMENTO
Na pesquisa Brasil Dados divulgada em agosto, por exemplo, mais de dois terços dos entrevistados ainda não haviam definido o voto para deputado federal. É justamente nesse eleitorado que a campanha poderá fazer a diferença.
FAVORITOS
Hoje, alguns nomes largam em posição privilegiada. Jesualdo Pires aparece entre os candidatos mais competitivos e tem conseguido se destacar nas pesquisas.
Foto: Reprodução / Redes Sociais 
HISTÓRICO
Sua força política e a capacidade de reunir votos na região central do Estado fazem dele um dos nomes que precisam ser observados com atenção.
SURPRESA
No PL, Sofia Andrade também aparece em posição bastante favorável, por conta de ser uma iniciante em meio a “cobras criadas”.
Foto: Reprodução / Redes Sociais 
DISCURSO
Embora ainda com pouca  experiência eleitoral, a identificação com o eleitorado de direita e a estrutura do partido a colocam no grupo dos candidatos com condições de conquistar uma das oito cadeiras.
REELEIÇÃO
Maurício Carvalho, pelo União Brasil, é outro nome que aparece com força nas pesquisas.
Foto: Reprodução / Redes Sociais 
REELEIÇÃO 2
Sua experiência política e a estrutura partidária fazem dele um dos candidatos que, neste momento, parecem estar mais próximos de uma vaga.
POSSIBILIDADE
O PL pode eleger três? Essa talvez seja uma das perguntas mais interessantes da eleição.
POSSIBILIDADE 2
O PL possui uma chapa com nomes conhecidos e eleitoralmente competitivos. Além de Sofia, aparecem Lúcio Mosquini e Ezequiel Neiva como candidatos capazes de alcançar votação expressiva.
SIGLA
A vantagem é a força do partido. O risco é a própria força: quando uma legenda concentra muitos candidatos competitivos, os votos podem se dividir.
SIGLA 2
Ainda assim, minha fotografia atual permite imaginar duas cadeiras para o PL com possibilidade real de uma terceira.
PSD NA DISPUTA
O PSD também montou uma chapa capaz de disputar espaço. Joliane Fúria e Luiz Cláudio aparecem entre os nomes que podem brigar diretamente por uma cadeira.
Foto: Reprodução / Redes Sociais 
MAJORITÁRIA
O desempenho do partido na eleição proporcional será fundamental, especialmente porque o PSD tem condições de concentrar votos em diferentes regiões.
MARIDO
Joliane, particularmente, pode se beneficiar da exposição provocada pela candidatura de Adailton Fúria ao Governo do Estado, caso consiga transformar essa visibilidade em votos para a Câmara. O PSD, portanto, pode terminar a eleição com uma ou duas cadeiras.
OUTRAS VAGAS
É aqui que a eleição fica realmente interessante. Alguns nomes como Thiago Flores, por exemplo, aparece em uma faixa na qual o trabalho realizado no mandato é que vai decidir a reeleição.
Foto: Reprodução / Redes Sociais 
PRESENÇA
Thiago andou por quase todo o estado, e se fez notar em lugares onde era pouco conhecido ao mandar emendas para atender vários setores da economia. O desempenho pode significar a conquista de votos que ainda estariam sem dono.
INDECISOS
Existe ainda um personagem decisivo nessa eleição: o eleitor que ainda não escolheu candidato. E ele é maioria.
CAUTELA
Isso significa que qualquer lista de favoritos deve ser tratada como fotografia, não como sentença.
EXPOSIÇÃO
A campanha ainda terá debates, propaganda eleitoral, redes sociais, alianças, ataques, fatos novos e, principalmente, a capacidade de cada candidato de transformar conhecimento em voto.
MINHA FOTOGRAFIA
Se fosse necessário montar hoje uma lista de nomes com maiores possibilidades de chegar às oito cadeiras, eu trabalharia com um grupo formado por Jesualdo Pires, Maurício Carvalho, Joliane Fúria, Lúcio Mosquini, Thiago Flores, Luiz Cláudio e Sofia Andrade, deixando a última vaga — e até algumas dessas sete — em disputa aberta.
OBSERVAÇÃO
Minha análise não significa que esses serão os oito eleitos. Seria irresponsável afirmar isso neste momento.
OBSERVAÇÃO 2
Significa apenas que, observando pesquisas, estrutura partidária, histórico eleitoral e capacidade de crescimento, são esses os nomes que hoje merecem maior atenção.
OBSERVAÇÃO 3
A eleição, entretanto, está longe de terminar. São oito cadeiras para 131 candidatos.
OBSERVAÇÃO 4
E, ao contrário da corrida pelo Governo, onde alguns nomes já começam a se destacar, na disputa pela Câmara Federal ainda há muito espaço para surpresa.
MANDRAKE
No fim, pode prevalecer a força das máquinas partidárias. Mas também pode acontecer aquilo que toda eleição proporcional costuma produzir: um nome que ninguém estava colocando na lista dos eleitos e que, na apuração, aparece entre os oito.
PARA BRASÍLIA
E é justamente por isso que a disputa pela Câmara Federal talvez seja, hoje, a eleição mais aberta de Rondônia em 2026.
CASSADO    
A decisão da Justiça Eleitoral que cassou, por unanimidade de 7 votos a zero, o mandato do vereador Everaldo Fogaça (PSD) abre uma nova frente de mudanças na Câmara Municipal de Porto Velho.
Foto: Reprodução / Redes Sociais 
FRAUDE
A decisão reconheceu fraude à cota de gênero na chapa do PSB nas eleições de 2024 e determinou a anulação dos votos do partido e a retotalização da eleição proporcional.
MUDANÇA
Mais do que retirar um mandato, a decisão mexe no resultado de uma eleição já encerrada e altera a própria composição do Legislativo.
MUDANÇA 2
Com a nova totalização, outras cadeiras também serão afetadas, incluindo, possivelmente, a de Adalto de Bandeirantes, e suplentes deverão assumir as vagas.
RECADO
O episódio deixa uma mensagem clara para partidos e candidatos: a disputa eleitoral não termina necessariamente com a apuração das urnas.
SEM PRAZO
O cumprimento das regras para formação das chapas, especialmente a participação efetiva das mulheres, pode produzir consequências até anos depois da eleição.
AINDA HOJE
Agora, a Câmara aguarda a comunicação oficial para cumprir a decisão. E Porto Velho, mais uma vez, terá uma mudança no seu mapa político sem que o eleitor tenha voltado às urnas.
FRASE
Pesquisas apontam tendências, campanhas criam favoritos, mas é a urna que dá a resposta definitiva.


Fonte: Tribuna Popular

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