A razão em Flávio Bolsonaro é como a luz do vaga-lume: quando pisca, é oscilante e minguada. A mente do candidato se iluminou quando ele disse que “tem pouco preso no Brasil”. Oscilou na hora em que ele sugeriu o endurecimento das leis. E minguou no instante em que citou a necessidade de prender ladrão de celular por no mínimo oito anos.
Fonte: UOL Noticias