Em setembro de 2025, ao receber sua mãe em Curitiba, vinda de Capela (AL), a advogada Erika Lins Brêda, 34, percebeu que os relatos de que ela não estava bem eram preocupantes. “Quando ela chegou aqui em casa, tivemos consciência de que ela não estava normal”, conta.
Fonte: UOL Noticias