A arquiteta Lina Bo Bardi tinha em casa o livrinho vermelho de Mao, com citações do líder chinês. Na Itália, antes de se fixar no Brasil, foi do Partido Comunista. Mas não é esta Lina que os chineses veem até outubro na célebre Power Station of Art, em Xangai. “A China hoje está numa outra perspectiva política”, diz o curador Renato Anelli. “Não dava para eu chegar com o Livro Vermelho.”
Fonte: UOL Noticias