A Justiça de São Paulo negou o habeas corpus em caráter liminar (decisão provisória e urgente) que pedia a soltura do soldado Bruno Carvalho do Prado, um dos réus pela morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta. Bruno foi preso ontem em São Paulo pelo homicídio após a esposa acusá-lo de ameaça e lesão corporal.
Fonte: UOL Noticias