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‘Doleira da Lava Jato’ recebia R$ 70 mil mensais para criar ‘estrutura contábil’ do PCC

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A Operação Janus, desencadeada hoje pelos promotores do Gaeco, revela que a contadora Meire Bonfim da Silva Poza, que ficou conhecida como a doleira da Lava Jato, recebia R$ 70 mil todo mês em troca de manter a “estrutura contábil” do braço financeiro do PCC.