É nos bons momentos que mais sinto saudade do meu pai. Curioso paradoxo. Não é nos momentos difíceis, nas provações e nos acidentes de percurso que mais sinto a sua morte precoce. É nas alegrias. Podem ser coisas irrisórias, como a vitória do seu time de futebol. Ou coisas solenes, como a entradarecente do historiador Marc Bloch no Panthéon da França.Leia mais (06/29/2026 – 16h05)
Fonte: UOL Noticias