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Polícia legislativa impede bandeira LGBTQIA+ no gramado do Congresso em Brasília

O episódio ocorreu em frente ao Congresso Nacional, onde ativistas do Movimento LGBTQIA+ realizaram uma ação simbólica no Dia do Orgulho LGBTQIA+.
O grupo, composto por cerca de 20 pessoas, levou uma bandeira com as cores do arco-íris com aproximadamente 50 metros de comprimento, com o objetivo de realizar um ato pacífico de visibilidade.
INTERVENÇÃO DA POLÍCIA LEGISLATIVA
De acordo com relatos dos participantes, agentes da Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados chegaram ao local em viaturas logo após a bandeira ser estendida no gramado.
Os ativistas afirmam que a abordagem foi considerada hostil e que o grupo chegou a se ajoelhar, sinalizando que não havia intenção de confronto.
Segundo os organizadores, a manifestação teria sido previamente comunicada, o que foi contestado pelos agentes no local.
RELATO DOS ATIVISTAS
O ativista Michel Platini afirmou que o grupo buscava realizar um ato pacífico em referência ao orgulho LGBTQIA+ e à luta contra a violência sofrida pela comunidade.
Outro participante, o designer Rafael Lira, relatou que o grupo ficou assustado com a chegada das viaturas e a forma como a abordagem ocorreu.
Os organizadores também afirmam que pretendem apresentar representação formal para apurar a conduta dos agentes durante a intervenção.

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POSICIONAMENTOS E REPERCUSSÃO
Após tomar conhecimento do caso, o deputado distrital Fábio Felix, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos da Câmara Legislativa do DF, informou que solicitará explicações sobre a atuação dos policiais legislativos.
Até o momento, a Câmara dos Deputados não se manifestou oficialmente sobre o ocorrido.
DIREITO À MANIFESTAÇÃO
A Constituição Federal garante o direito à livre manifestação pacífica, desde que respeitados os limites legais e eventuais exigências de comunicação prévia às autoridades competentes.
O caso reacende o debate sobre o uso de espaços públicos e institucionais para manifestações simbólicas e os critérios de autorização para eventos desse tipo.
O episódio segue repercutindo entre ativistas e autoridades, com possibilidade de apuração formal sobre a conduta da Polícia Legislativa e o direito de manifestação no espaço público institucional.
Com informações de Luiz Claudio Ferreira.
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Fonte: News Rondônia

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