A Polícia Federal realizou, nesta sexta-feira (26), a Operação Contragambito para reunir provas contra uma organização criminosa investigada por crimes de fraude bancária em Rondônia.
A investigação apura suspeitas de estelionato, uso de documentos falsos, organização criminosa e lavagem de capitais. De acordo com a PF, o grupo teria utilizado documentos falsificados para realizar operações fraudulentas contra instituições financeiras localizadas no estado.
As apurações contaram com apoio da Centralizadora de Inteligência de Segurança da Caixa Econômica Federal. Conforme os levantamentos realizados, foram identificados indícios da atuação coordenada dos investigados para obtenção de vantagens financeiras por meio de fraudes.
A investigação apontou, inicialmente, a possível participação dos envolvidos em pelo menos 34 ocorrências de fraude bancária. O valor obtido ilegalmente pelos suspeitos, segundo a Polícia Federal, ultrapassaria R$ 780 mil.
Após autorização judicial, a Polícia Federal cumpriu cinco mandados de busca e apreensão e quatro mandados de prisão preventiva na capital rondoniense. Também foi determinada a medida cautelar de sequestro de bens, direitos e valores relacionados aos investigados.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, os agentes apreenderam:
aparelhos eletrônicos;
documentos;
duas motocicletas;
um veículo.
Os materiais serão analisados para auxiliar no avanço das investigações.
Segundo a Polícia Federal, os investigados poderão responder, conforme a participação individual de cada um, pelos crimes de estelionato, uso de documentos falsos, organização criminosa e lavagem de capitais.
A apuração continua para identificar outros possíveis envolvidos e verificar a existência de novos delitos relacionados ao grupo.
Fraudes bancárias costumam envolver diferentes métodos, incluindo falsificação de documentos, uso indevido de dados e criação de mecanismos para obter vantagens financeiras ilegais.
A atuação integrada entre órgãos de investigação e setores de inteligência busca interromper essas práticas e responsabilizar os envolvidos.
Com informações da PF
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Fonte: News Rondônia