Há poucas semanas escrevi nesta coluna, em coautoria com Sergio Avelleda, que o novo marco legal do transporte público coletivo urbano oferecia ao país um guia institucional e um fio para sair do labirinto em que o setor se meteu. A lei foi sancionada em 13 de junho -mas o Executivo, ao vetá-la parcialmente, cortou justamente o fio que apontava a saída.
Cortaram o fio de Ariadne do transporte público
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