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Amazônia Viva: Conab adia divulgação de propostas classificadas no projeto socioambiental

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) alteraram o cronograma de uma de suas principais ações ambientais. A divulgação da lista de classificação preliminar da chamada pública do projeto Amazônia Viva foi adiada oficialmente.
A publicação do resultado técnico estava prevista para os próximos dias, mas foi postergada para a quinta-feira (18). Os proponentes e o público geral conseguirão consultar a listagem de forma digital diretamente na página oficial da estatal.
Com a alteração do prazo inicial, as instituições parceiras precisaram readequar as datas das etapas subsequentes do certame, incluindo períodos de recursos e homologação final. O calendário completo e retificado já está disponível no ambiente virtual da Conab.
A chamada pública visa injetar recursos expressivos na economia verde regional através do Fundo Amazônia. Ao todo, o montante financeiro fixado para o programa é de R$ 80 milhões, destinados integralmente para projetos de impacto socioambiental na Amazônia Legal.
O foco principal do projeto Amazônia Viva é subsidiar o trabalho de povos indígenas, comunidades tradicionais e pequenos agricultores familiares. A linha de financiamento tenta neutralizar problemas de logística e infraestrutura que isolam o produtor rural.
Muitas cooperativas geram produtos de alta qualidade de forma sustentável, mas sofrem perdas financeiras na pós-colheita. Os recursos serão convertidos em melhorias de armazenamento, adequação sanitária, beneficiamento de matérias-primas e acesso a novos mercados consumidores.
A estimativa da diretoria técnica é selecionar e dar suporte financeiro a pelo menos 32 propostas estruturadas no bioma. Os repasses governamentais por projeto aprovado vão oscilar entre R$ 500 mil e R$ 2,5 milhões, dependendo do plano de metas apresentado.
A área de abrangência do programa envolve os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e a porção oeste do Maranhão. O investimento busca fixar o homem no campo, gerando renda associada à preservação da floresta em pé.
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Fonte: News Rondônia

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