Operação Strong II cumpriu cinco mandados de Busca e Apreensão em Ji-Paraná, Cacoal e Ouro Preto
A Polícia deflagrou na terça-feira (26) a Operação Strong 2, com o intuito de combater a comercialização ilegal de anabolizantes/esteroides de origem estrangeira, sem registro no órgão de vigilância sanitária competente, ocasião em que foram cumpridos 5 (cinco) mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Ji-Paraná/RO, sendo dois em Ji-Paraná/RO, dois em Cacoal/RO e um em Ouro Preto do Oeste/RO.
As investigações são desdobramentos da Operação Strong, deflagrada pela Polícia Federal em agosto de 2023, cuja análise do material apreendido permitiu a identificação de novos partícipes do fato delituoso, bem como a obtenção de elementos que demonstraram, em tese, a prática da comercialização ilegal de anabolizantes de origem estrangeira pelos investigados.
Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram realizadas 3 (três) prisões em flagrante delito, de investigados residentes em Ji-Paraná/RO, Cacoal/RO e Ouro Preto do Oeste/RO, pela prática, em tese, do crime previsto no artigo 273, §1º c/c §1º-B, inciso I, do Código Penal, dada a apreensão de anabolizantes/esteroides mantidos em depósito para comercialização, sem registro no órgão de vigilância sanitária competente.
Os investigados poderão responder pelo crime previsto no artigo 273, §1º c/c §1º-B, inciso I, do Código Penal, em razão da importação, venda, exposição à venda, terem em depósito para venderem, ou, de qualquer forma, distribuírem ou entregarem a consumo a produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais sem registro, quando exigível, no órgão de vigilância sanitária competente, sem prejuízo de outros delitos porventura identificados a partir do cumprimento das medidas cautelares.
A Polícia Federal alerta que o uso e a comercialização de anabolizantes sem registro nos órgãos de vigilância sanitária representam grave risco à saúde, podendo causar sérios danos físicos e psicológicos aos usuários, em razão da ausência de controle sobre a procedência, composição e condições de armazenamento dessas substâncias, podendo, em casos extremos, ocasionar a morte do usuário.
(Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia)
Fonte: Tribuna Popular