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A convocação de Neymar para a Copa do Mundo 2026 deu o que falar na internet. A insatisfação de telespectadores e internautas com a cobertura esportiva politizada e ideologicamente orientada nos principais veículos de comunicação do Brasil foi comentada até por Tiago Leifert, ex-jornalista da TV Globo.
A convocação do atacante do Santos por Carlo Ancelotti dividiu os programas esportivos de forma que ultrapassou o ponto técnico. Comentaristas de diferentes emissoras reagiram ao retorno do jogador com enquadramentos que os críticos classificam como mais políticos do que esportivos. O deputado federal André Janones (União-MG), aliado do governo Lula, chegou a publicar vídeo criticando a convocação de Neymar e afirmando que Ancelotti “ouviu o clamor popular” ao escalar o atacante.
A declaração de um parlamentar petista sobre a lista de convocados da Seleção foi comentada em programas esportivos, o que ampliou a ideia de que o futebol havia sido absorvido pela polarização política.
Outro ponto é que programas esportivos passaram a incluir de forma sistemática pautas sobre diversidade, identidade de gênero, representatividade e militância LGBTQIA+ em blocos e comentários que, na avaliação do público esportivo, deslocam do interesse do esporte.
A agenda progressista não é exclusivamente brasileira. Nos Estados Unidos, a ESPN passou por processo semelhante, com queda de audiência atribuída em parte à incorporação de pautas sociais em programas esportivos, com boicote aberto de parte do público e o crescimento de veículos alternativos focados exclusivamente em análise técnica.
Fonte: Conexão Política