As imagens de uma mulher atacando um homem a pedradas viralizaram em diversos grupos de mensagens no aplicativo WhatsApp. O episódio de violência foi registrado por testemunhas na noite deste sábado (16), nas proximidades de um estabelecimento comercial no bairro Bela Vista, em Vilhena. Os vídeos compartilhados mostram a gravidade das agressões em via pública e mobilizaram a atenção dos moradores da região.
Em uma das gravações que circulam nas redes sociais, a agressora aparece sendo contida por populares logo após desferir um golpe com uma pedra diretamente contra a cabeça do rapaz. Diante do tumulto e dos ferimentos visíveis, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados por frequentadores do local para intervir e prestar socorro, mas os envolvidos deixaram o endereço antes da chegada das guarnições de serviço.
Junto com os vídeos, circula um áudio gravado por uma testemunha que se identificou como amigo da vítima. O relato traz detalhes sobre o relacionamento conturbado mantido pelo casal, que estaria separado há mais de um ano. Segundo a gravação, o homem utiliza uma tornozeleira eletrônica de monitoramento devido a denúncias anteriores formalizadas pela ex-companheira, indicando um histórico de litígios entre ambos.
O conhecido da vítima revelou que a mulher já havia conseguido retirar o rapaz da residência onde moravam, um imóvel adquirido pelo homem em parceria com o pai. No entanto, a propriedade foi retomada pelo proprietário original por meio de uma decisão judicial recente. A testemunha afirmou no áudio que o rapaz é uma pessoa trabalhadora e que vem sendo perseguido pela agressora em locais públicos de forma recorrente.
O relato do amigo aponta que os episódios de violência se repetem sempre que os dois se encontram casualmente na cidade. A mulher é acusada de promover escândalos, danificar o veículo do ex-companheiro e provocar situações que já resultaram na detenção dele em ocasiões passadas. As agressões deste final de semana seriam mais um desdobramento dessa conduta de intimidação contínua sofrida pelo homem.
Até o momento, não há uma confirmação oficial por parte das autoridades navais ou da Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp) de que um boletim de ocorrência sobre o ataque de sábado tenha sido formalizado por alguma das partes. A Polícia Civil deverá aguardar a representação da vítima ou o registro formal dos fatos para iniciar as investigações e apurar as responsabilidades pelos crimes de lesão corporal e perseguição.
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Fonte: News Rondônia