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Trabalhador precisa de quase 90 horas para comprar cesta básica em Porto Velho

O preço da cesta básica em Porto Velho voltou a subir e pressionou ainda mais o orçamento das famílias rondonienses. Dados divulgados nesta semana apontam que o conjunto de alimentos essenciais registrou alta de 5,60% em abril de 2026, em comparação ao mês de março, chegando ao valor de R$ 658,35 na capital de Rondônia.

Entre os produtos que mais puxaram a alta estão o tomate, com aumento expressivo de 22,04%, leite integral (11,70%), arroz agulhinha (8,03%) e banana (4,60%). Também tiveram reajustes o feijão carioca, manteiga, carne bovina de primeira, óleo de soja e pão francês. Já os itens que apresentaram queda nos preços foram açúcar cristal (-6,15%), café em pó (-2,45%) e farinha de mandioca (-0,47%). Tomate dispara mais de 22% e lidera alta dos alimentos em Porto Velho.
No acumulado de 2026, a cesta básica já registra avanço de 11,21%, demonstrando que a inflação dos alimentos continua pesando sobre o consumidor. Segundo o levantamento, o trabalhador que recebe salário mínimo de R$ 1.621 precisou trabalhar 89 horas e 21 minutos para conseguir comprar a cesta básica em abril. Em março, eram necessárias 84 horas e 37 minutos. Trabalhador precisa dedicar mais de 89 horas de serviço para comprar cesta básica em Porto Velho.
Apesar da alta recente, o estudo aponta que, no acumulado dos últimos 12 meses, houve uma leve queda de 1,14% no valor da cesta. Ainda assim, especialistas da Conab observam que itens essenciais continuam oscilando fortemente, especialmente os alimentos in natura e proteínas, afetando diretamente o orçamento das famílias de baixa renda em Rondônia.

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Fonte: News Rondônia

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