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Desemprego mais longo cai 21,7% e bate recorde no IBGE

O desemprego mais longo registrou queda de 21,7% no primeiro trimestre de 2026 e atingiu o menor nível da série histórica da pesquisa do IBGE desde 2012. O levantamento aponta que 1,089 milhão de pessoas buscavam emprego há dois anos ou mais no país.
De acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, o desemprego mais longo vem recuando de forma consistente, acompanhando o movimento de melhora do mercado de trabalho. Em 2025, esse contingente era de quase 1,4 milhão de pessoas, enquanto o pico ocorreu em 2021, durante a pandemia, quando chegou a 3,5 milhões.
O estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostra que o desemprego mais longo não é o único indicador em queda. Também houve redução nas faixas de procura entre um mês e um ano, e entre um e dois anos, reforçando a percepção de maior dinamismo nas contratações em todo o país.
Segundo análise técnica da pesquisa, o mercado de trabalho brasileiro tem apresentado maior rotatividade, com trabalhadores levando menos tempo para conseguir recolocação. Esse comportamento contribui diretamente para a redução do desemprego mais longo, que reflete casos de maior dificuldade de inserção no mercado.
Apesar do recuo, o levantamento também aponta que a qualidade das ocupações precisa ser observada, já que parte das novas vagas está relacionada ao crescimento do trabalho por conta própria. Ainda assim, o estudo indica que não há evidências de aumento significativo do desalento entre os trabalhadores.
O IBGE reforça que o desemprego mais longo é apenas um dos recortes da desocupação total, que somou 6,6 milhões de pessoas no período analisado. A pesquisa considera diferentes formas de busca por trabalho e abrange todo o território nacional.
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Fonte: News Rondônia

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