A história de Elielza Bailarina Ramos Freire, conhecida carinhosamente como a “Bailarina da Praça”, confunde-se com a própria identidade cultural de Porto Velho. Filha de amazonenses, mas criada na capital rondoniense, ela transformou a dança em uma ferramenta de acolhimento social, tornando-se uma figura emblemática nas praças da cidade desde a década de 1990.
Além de sua atuação artística com figurinos coloridos e asas de borboleta, Elielza carrega a trajetória de uma mãe que enfrentou desafios para conciliar a arte e a criação de seus três filhos. Mesmo com as dificuldades da vida nas ruas e a busca por espaço no cenário cultural, ela destaca que o vínculo e o aconselhamento familiar sempre foram suas prioridades.
Bailarina da Praça representa tantas mulheres que, mesmo com desafios, seguem firmes
O reconhecimento oficial de seu trabalho veio com a oportunidade de atuar na prefeitura, momento que Elielza descreve como um “presente de Deus”. A artista, que estudou na tradicional escola Rio Branco quando criança, hoje utiliza sua visibilidade para promover festas gratuitas e levar alegria a famílias em datas comemorativas.
Para a Bailarina da Praça, ser mãe envolve persistência e a capacidade de orientar os filhos mesmo diante de obstáculos. Ela ressalta que, neste Dia das Mães, o presente mais valioso que uma mulher pode receber é o respeito e a consideração, valores que ela tenta transmitir em cada apresentação pública.
O prefeito Léo Moraes enfatizou a importância de valorizar personalidades que, como Elielza, humanizam o ambiente urbano de Porto Velho. Segundo o prefeito, a história da bailarina é um símbolo de resistência e carinho, representando a força das mães porto-velhenses que lutam para manter viva a cultura e o bem-estar de suas famílias.
A trajetória de Elielza serve como exemplo de como a dedicação à cidade e ao próximo pode transformar realidades. Atualmente, ela segue firme em sua missão de espalhar mensagens de paz e amor, provando que a maternidade e a arte são fontes de inspiração mútua para a construção de uma sociedade mais acolhedora.
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Fonte: News Rondônia