Depois de cair no pós-pandemia, a diferença entre a taxa de juros que os bancos pagam para captar recursos de clientes e o que cobram dos tomadores de empréstimos -o chamado spread bancário- atingiu o maior patamar desde pelo menos 2013, quando começa a série histórica do ICC (Índice de Custo de Crédito), do Banco Central.
Fonte: UOL Noticias