Na miséria social excludente de uma sociedade envolvente esdrúxula e reacionária, o poder dominante sem escrúpulo, açoita os pobres da terra à base do chicote da demagogia e do chicote infernal das operações da desterritorialização da morte anunciada.
Os esfarrapados da terra são esfacelados e espoliados por ações espúrias de um comportamento coercitivo e belicoso que vergonhosamente extirpa os valores ontológico de modos de vida tradicionais de uma Amazônia cansada de se tornar o reduto abominável da flagelação e do féretro humano sem comiseração.
O capital fútil, furioso e impetuoso, acha que vai continuar correndo atrás do latifúndio que mata por terra, talvez sem saber que depois é a terra que come tudo, e as lágrimas não serão de ouro. Diante do poder hegemônico dominador da hostilização perversa da ilicitude e da ignobilidade desmedida, o imbróglio derrota o imensurável, o imódico sustenta a improbidade, o impropério acolhe o incauto, enquanto a incúria resulta num desregramento estatal omisso, espúrio e negligente.
O que antes era inefável e inebriante, está se transformando num mundo inóspito de uma indigência sem tamanho. Na absurdez da ineficácia e da inépcia, os miseráveis da terra continuam carregando a cruz do peso criminoso do infortúnio cruel e insidioso.
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Fonte: News Rondônia