No sentimento de tristeza e frustação e na perda absoluta da esperança, o homem da terra entre num terrível, processo de desumanização com o próprio lugar onde adquiriu sentimento, pertencimento e enraizamento humano de benevolência, justiça e paz.
Diante dessa desiludida instabilidade social há um rigoroso processo de ruptura humana nas relações socioculturais que no espaço e tempo, envolve o homem e a terra. Nesses estereótipos e estigmatizações da natureza, a vulnerabilidade social doente e sem rumo, é tristemente embaciada pela insolência e pelo embuste excludente da mentira ardilosa da vida.
Nessa empáfia e ausência de brandura, respeito e empatia, as forças coletivas são covardemente enclausuradas pela hegemonia capitalista que visivelmente burla a carta magna e surrupia os direitos coletivos e individuais de uma constituição que apesar de ser verdadeiramente democrática, continua sendo humilhada e rasgada pela ganância insidiosa do latifúndio, pelos engodos cartoriais e por uma exacerbada cortina de silêncio que desterra o lar sob uma legitimidade operacional que carece de estudo e investigação redobrada através de análises coerentes e consistentes de forma juridicamente imparcial.
E assim, ficamos torcendo para que o justo seja beneficiado pela lei justa, e que a lei justa siga os éticos caminhos de cidadania, sob a luz de uma transparência constitucional que orgulhe o país. Espero.
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Fonte: News Rondônia