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Feriado de Tiradentes registra 84 mortes nas rodovias federais do país

O feriado prolongado de Tiradentes terminou com um saldo de 84 mortes e 1.167 feridos nas estradas federais brasileiras, segundo balanço parcial divulgado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta quarta-feira (22). Ao todo, foram registrados 1.022 sinistros de trânsito entre a última sexta-feira (17) e terça-feira (21). A PRF destacou que a gravidade das ocorrências foi acentuada por dois acidentes específicos que, juntos, foram responsáveis por 14 das mortes contabilizadas no período.
A ocorrência mais trágica aconteceu na BR-020, em Formosa (GO), onde uma van que transportava 13 pessoas colidiu frontalmente com um caminhão, resultando em oito mortes. As vítimas eram da mesma família e retornavam de um velório na Bahia. O segundo acidente grave foi registrado na BR-251, em Salinas (MG), onde um carro de passeio e uma carreta bateram de frente. No veículo menor, seis integrantes de uma família incluindo um casal, três filhos e a avó morreram no local enquanto viajavam para Alagoas.
Durante os cinco dias de operação, a PRF intensificou a fiscalização em trechos críticos. O balanço aponta que a imprudência continua sendo o fator determinante para a letalidade nas vias: foram aplicadas 5.320 multas por ultrapassagens proibidas e detectados 28.373 veículos acima do limite de velocidade. Além disso, os agentes realizaram quase 70 mil testes de bafômetro, que resultaram na detenção de 75 motoristas por embriaguez ao volante e na aplicação de 1.183 infrações por consumo de álcool.
No combate ao crime, a PRF destacou grandes apreensões de entorpecentes durante o feriado. Na BR-316, em Geminiano (PI), os policiais interceptaram um carregamento de 1,3 tonelada de skunk, uma versão mais concentrada da maconha. Outra ocorrência envolveu um casal de estrangeiros que transportava 30 kg de drogas acompanhado de uma criança. A corporação reforça que, embora o número de fiscalizações tenha aumentado, o comportamento de risco dos condutores, como o não uso do cinto de segurança e da cadeirinha, ainda é alarmante.
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Fonte: News Rondônia

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