O acesso ao PJe pela PDPJ passará a exigir, a partir de 18 de maio de 2026, o uso obrigatório de aplicativo autenticador. A nova regra substitui o envio de código por e-mail e reforça a segurança no acesso aos sistemas do Poder Judiciário.
A mudança segue diretrizes do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e tem como objetivo elevar o nível de proteção contra fraudes, acessos indevidos e vazamento de dados sensíveis. A autenticação por múltiplo fator (MFA) passa a ser obrigatória para todos os usuários da plataforma.
O que muda no acesso ao PJe
Atualmente, após inserir login e senha, o usuário recebe um código de verificação por e-mail. Com a nova regra, esse método será desativado. O código passará a ser gerado exclusivamente por aplicativos autenticadores, instalados previamente pelo próprio usuário.
Entre as opções recomendadas estão o Google Authenticator e o FreeOTP, que geram códigos temporários diretamente no dispositivo do usuário, garantindo maior segurança no processo de autenticação.
A mudança impacta diretamente o acesso ao PJe pela PDPJ, já que sem a configuração do aplicativo autenticador não será possível entrar no sistema.
O que o usuário precisa fazer
Antes da data de implantação, é necessário realizar a configuração do novo método de acesso. O processo inclui a instalação e vinculação do aplicativo autenticador à conta do sistema.
Sem o cadastro do MFA, o acesso à plataforma será bloqueado, o que pode gerar transtornos para usuários que não se adequarem antecipadamente.
Recomendação para evitar problemas
A orientação é que a configuração seja feita o quanto antes, evitando dificuldades no primeiro acesso após a mudança. No âmbito do TRT-14, a Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) recomenda o uso do Google Authenticator vinculado ao e-mail corporativo.
Usuários que enfrentarem dificuldades podem buscar suporte técnico. A Divisão de Apoio ao PJe permanece disponível para auxiliar na instalação e configuração do aplicativo.
Segurança como prioridade
A obrigatoriedade do uso de aplicativo autenticador acompanha uma tendência global de reforço na segurança digital. No caso do Judiciário, a medida é considerada essencial para proteger informações processuais, muitas delas de caráter sigiloso, e garantir a integridade dos sistemas.
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Fonte: News Rondônia