O YouTube começou a liberar uma nova funcionalidade que permite aos usuários desativar completamente a exibição de vídeos Shorts no feed. A novidade amplia os recursos de controle de tempo dentro da plataforma e atende a uma demanda crescente por ferramentas de uso consciente.
Os vídeos curtos, conhecidos como Shorts, têm poucos segundos de duração, mas podem consumir longos períodos quando assistidos em sequência. Com a atualização, agora é possível definir o limite de visualização diária para “0 minutos”, impedindo que esse tipo de conteúdo apareça automaticamente no feed.
Controle mais rigoroso de tempo
A ferramenta é uma evolução do temporizador lançado em 2025, que permitia limitar o consumo de Shorts em períodos como 15, 30 ou 45 minutos, além de uma ou duas horas por dia.
No início de 2026, o recurso também foi integrado aos controles parentais, voltados a contas de menores de idade. No entanto, o limite mínimo ainda era de 15 minutos — o que gerava críticas. Com a nova opção, o usuário passa a ter controle total sobre a exibição desse formato.
A liberação está sendo feita de forma gradual e pode ainda não estar disponível para todos os usuários.
Como desativar os Shorts no feed
Para ativar a função no aplicativo, o usuário deve acessar as configurações da conta dentro do YouTube, entrar na área de gerenciamento de tempo e habilitar o limite do feed de Shorts, selecionando a opção de 0 minutos.
Após atingir o limite definido, o aplicativo exibe um aviso. Ainda assim, é possível ignorar a restrição manualmente — embora isso vá contra o objetivo da ferramenta.
Mesmo com o bloqueio no feed, os vídeos Shorts continuam acessíveis por meio de canais ou links diretos, mantendo o acesso ao conteúdo de forma mais controlada.
Desativando Shorts no feed do YouTube (capturas de tela: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
A atualização reforça o movimento das plataformas digitais em oferecer mais autonomia ao usuário sobre o próprio consumo de conteúdo, especialmente diante do crescimento dos formatos rápidos e altamente viciantes.
Veja mais notícias
Fonte: News Rondônia